sábado, 1 de maio de 2010

O Filhote parte 2 - "A Vacina"...

O Brian já está com 56 dias e depois de completamente desvermifugado (tomou a última dose na segunda-feira passada) resolvemos o levar para a veterinária, com a finalidade de tomar a primeira dose da vacina polivalente.


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As informações, como sempre, são desencontradas. Nas pesquisas que fiz por telefone, ligando para vários pets shops algumas coisas ficaram bem confusas para nós:



  • Quando dar a vacina?

  • Onde dar a vacina?

  • Qual vacina dar?


Vamos lá... Sobre o "quando" sabemos que o filhote recebe por meio do colostro a imunidade necessária para viver os primeiros dias no ambiente externo. Esta "vacina" natural começa a perder seu efeito dentro de 45 dias então após este período (e nunca antes) é recomendado dar a primeira dose da vacina polivalente. Mas existe a variável do vermífugo. Este é dado antes dos 45 dias, pois o filhote deve estar completamente sadio para receber a polivalente. E se o período da última dose do vermífugo exceder os 45 dias de imunidade dada pelo colostro? No nosso caso o Brian tomou a última dose do vermífugo com 51 dias! Alguns nos diziam que a vacina poderia ser dada no mesmo dia. Outros que deveríamos esperar cinco dias para a primeira dose. Como não sabíamos para onde correr pegamos o pior e o melhor caso e fomos na "metade"... rs. Acabamos por dar a vacina ontem, 30/04 quando ele estava com 55 dias.


Bem, o "onde" acabou sendo numa veterinária / pet shop aqui perto de casa, onde eu havia levado uma vez outro cachorro que tive. Ruim de estacionar por ser bem na Avenida Azenha aqui em Porto Alegre. Mas o atendimento foi bom. Chegamos e a veterinária que havia agendado horário conosco para as 12:30h saíra para buscar filho na escola. Eram 12:26h. Justiça seja feita: Ela chegou 12:31h. Ok, ok... Desta vez passa... rs. Cumprimentos à parte fomos para o consultório que fica ao lado para que ela atendesse o Brian. Ele foi para a mesa e com um pouco de medo deixou que ela cortasse as unhas das patas. O consultório é simples, mas tudo é compensado pela perícia e conhecimento da médica. Examinou as orelhas no nosso filhote e todo o resto. Tudo certinho! Que beleza!!! Falou bastante da raça, que são brabos (rs), mas fiéis, etc. Fomos para os finalmentes. A hora da vacina. A Lú havia feito uma extensa e longa pesquisa sobre vacinas desde que eu disse que existiam as que protegiam contra 8 ou 12 doenças. Óbvio que ela agora exigiria que a vacina fosse a que protege contra 12 doenças. Se encontrasse a de 8 na rua cuspiria na cara e jogaria na sarjeta. O mal estava feito e agora tirar esta idéia da cabeça dela seria impossível... rs. Fui atrás de mais informações e surgiu a última dúvida.


"Qual" vacina dar se mostraria a dúvida mais cruel, pois vivemos no Brasil, aquele mesmo país onde se aplica Botox "ching ling" em seres humanos dizendo que é produto de primeira qualidade. Dependendo do profissional poderia nos dizer qualquer coisa. Acreditaríamos por força das circunstâncias. A ignorância é ruim. Senti-me um analfabeto... Enfim, as marcas nacionais foram desaconselhadas por TODOS, portanto no caso de unanimidade, vamos seguir o rumo do povo. Para nosso Brian estavam fora de cogitação. Restaram as importadas que basicamente se dividem em 2 marcas: Vanguard e Duramune. Não me aprofundarei aqui nos detalhes técnicos, mas a Lú me informou que a Duramune seria a nossa escolha, pois ela protege contra 10 doenças. Não achou a de 12...


Mas na hora da vacina a médica puxa outra marca que eu pessoalmente nunca havia ouvido falar: a Recombitek. Olhei para ela e percebi uma feição suave, de tranqüilidade e achei que das duas uma. Ou ela não havia se dado conta que a vacina não era a Duramune (o que é pouco provável) ou ela detinha algum conhecimento que não havia compartilhado comigo. Era a segunda opção. Ela havia tido um feedback muito positivo - na internet, claro - desta vacina, pois ela utiliza um método diferenciado chamado "tecnologia Recombinante", que conseguiu extrair do vírus apenas as informações genéticas necessárias para que o organismo reconheça a doença, recombiná-las dentro de outro vírus completamente inofensivo e depois replicar o resultado em laboratório. Assim, é possível proteger pessoas e animais de modo mais seguro e eficiente. São mais seguras, pois não têm o risco de causar a doença ao invés de proteger contra ela (o que é chamado de reversão da virulência), ou seja, mais seguras que as tradicionais vacinas vivas-atenuadas. Enfim, foi essa a vacina e estamos muito felizes com isso...


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Bem, por último segue este pequeno esquema que encontrei pela internet sobre as vacinas que deverão ser dadas no seu cão:


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Abração a todos!






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